domingo, 5 de agosto de 2007

A memória nos prega cada peça

A memória prega cada peça na gente, vou ter que cavocar fundo para lembrar das histórias dos vários livros que já li .
Ontem, andava meio angustiada com o fato de não lembrar das histórias que sabia contar tão bem. Livros que ejá li , cartas que escrevi, puxa tanta coisa. Cade a minha memória?
Então , lembrei das obras de Gabriel Garcia Marques. Seu livro Cem Anos de Solidão foi um dos mais importantes.
Gabriel Garcia Marques é conhecido por sua literatura no estilo 'realismo mágico'.
Pois bem, eu simplesmente não lembro do enredo deste livro que foi tão importante pra mim, será grave essa falha?
O que importa é que alguma coisa me marcou , de alguma maneira. Até hoje, percebo a vida com um toque de realismo mágico. Não dá para exigir que a memória guarde, em suas infinitas gavetas, tanta informação. Mas nem por isso as palavras que tomamos contato deixam de fazer parte de nosso dia a dia. Eu trago Macondo (a cidade fictícia daquele enredo) dentro de mim. E isso me basta, sem angustia.
Lembro sem dúvida dos 7 conselhos :

1-Uma coisa é uma história longa e outra coisa é uma história alongada.
2-O final de um artigo deve ser escrito quando você estiver indo pela metade.
3-O autor lembra mais facilmente como um artigo termina do que como ele começa.
4-É mais fácil agarrar um coelho que um leitor.
5-É necessário começar com a intenção de que se escreverá a melhor coisa jamais escrita, porque logo essa vontade diminui.
6-Quando alguém se aborrece escrevendo, o leitor se aborrece lendo.
7-Não force o leitor a ler uma frase novamente.


Este terceiro é fantástico- O autor lembra mais facilmente como um artigo termina do que como ele começa.

E você? Já pensou nos livros que fizeram parte da sua vida e como ainda, de alguma maneira, ainda fazem?
Ou algúm escritor?

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